Hoje ouvi uma crítica à meu respeito. Acusam-me de que eu me amo acima de qualquer coisa.
E isso realmente é verdade. Há muito que me amo plenamente, já me perdoei de tudo.
Não guardo mágoas de mim mesma. Amo-me exatamente da maneira que sou, tenho um caso de amor comigo mesma.
Preocupo-me mais com minha consciência, e não com minha reputação. Porque minha consciência é o que eu sou. A minha reputação é o que os outros pensam que eu sou. O julgamento dos outros à meu respeito não importa, é problema deles.
Sou sujeita à mudanças, mas jamais abro mão de meus valores.
E isso é tudo!!!!
sábado, 16 de janeiro de 2010
INTERNET, BEM OU MAL?
Com a globalização, é cada vez mais comum termos a presença da tecnologia em nossa rotina. As pessoas, consequentemente, com isso aprenderam a lidar com novos relacionamentos, novas formas de interagir com o outro, até mesmo de namorar.
Potencialmente, a Internet é a porta de entrada para uma dimensão de relacionamentos humanos e de negócios que não tem precedentes na história da humanidade.
A construção desse espaço virtual, e de suas aplicações sociais, é uma viagem sem retorno. Navegando, comprando, jogando, conversando, passamos a viver um mundo dividido: real e virtual.
É exatamente nesse aspecto que reside o perigo! Precisamos saber distinguir os limites de quando termina virtual e inicia o real.
Certamente, a internet possibilita negócios lucrativos, atrai investidores. Ajuda a melhorar amizades e negócios a medida que o usuário usa a rede, não só para pesquisar, aprender, fazer negócios, mas também para fazer amigos com os quais venha a interagir não só na rede, como em sua rotina.
Por outro lado, se utilizada de modo viciante e sem nenhum critério, é claro pode fazer do usuário um verdadeiro “robôt”, que na maioria dos casos se torna um viciado e que passa horas e horas de sua vida tão somente navegando, jogando, ou coisas deste tipo, sem que consiga, portanto, utilizar esta ferramenta como um fomentador de bons negócios, novas amizades e relacionamentos pessoais na vida prática.
A comunicação que informa ao mesmo tempo deforma se não soubermos utilizá-la de maneira agradável e enriquecedora.
O bom ou mal uso da internet, é escolha do usuário.
Potencialmente, a Internet é a porta de entrada para uma dimensão de relacionamentos humanos e de negócios que não tem precedentes na história da humanidade.
A construção desse espaço virtual, e de suas aplicações sociais, é uma viagem sem retorno. Navegando, comprando, jogando, conversando, passamos a viver um mundo dividido: real e virtual.
É exatamente nesse aspecto que reside o perigo! Precisamos saber distinguir os limites de quando termina virtual e inicia o real.
Certamente, a internet possibilita negócios lucrativos, atrai investidores. Ajuda a melhorar amizades e negócios a medida que o usuário usa a rede, não só para pesquisar, aprender, fazer negócios, mas também para fazer amigos com os quais venha a interagir não só na rede, como em sua rotina.
Por outro lado, se utilizada de modo viciante e sem nenhum critério, é claro pode fazer do usuário um verdadeiro “robôt”, que na maioria dos casos se torna um viciado e que passa horas e horas de sua vida tão somente navegando, jogando, ou coisas deste tipo, sem que consiga, portanto, utilizar esta ferramenta como um fomentador de bons negócios, novas amizades e relacionamentos pessoais na vida prática.
A comunicação que informa ao mesmo tempo deforma se não soubermos utilizá-la de maneira agradável e enriquecedora.
O bom ou mal uso da internet, é escolha do usuário.
domingo, 10 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
No ínício de uma relação amorosa, a novidade dos primeiros momentos traz para a vida um colorido diferente, um estímulo que nem a distância, nem as condições atmosféricas, por piores que possam parecer, poderiam fazer com que adiassem um encontro.
Para os mais românticos, trocas de emails apaixonados, os “torpedos” por meio dos celulares, continuamente “explodem”, enchendo os corações dos apaixonados com mensagens de amor.
Após algum tempo, muitas vezes, lentamente, o romantismo, que se esperava durar muito mais, vai perdendo o empenho e a força. O desinteresse é justificado por “desculpinhas”, entre outras coisas, que originalmente não faziam parte do relacionamento. Há a impressão de que a relação parece estar sendo sustentada apenas por um. As evidências apontam para caminhos que talvez o mais apaixonado dos dois não gostaria de assumir… Seja pelo tempo de convivência ou seja pela insistência em acreditar que ainda poderá haver alguma mudança.
A cumplicidade nos objetivos comuns ( e às vezes isto acontece apenas pela conveniência) é a base de todo relacionamento sadio.
Cumplicidade esta que, acredito eu, repousa na predisposição às mudanças em razão da felicidade de quem amamos. Por que alguém haveria de insistir se não existe a mesma cumplicidade e empenho por parte do outro em manter a relação?
Acredito que nenhuma relação poderá ser mantida por muito tempo apenas por uma das partes. Por outro lado, o término de um relacionamento, normalmente acontece somente por um dos lados.
Assim, será necessário um tempo para recompor suas emoções e até mesmo para avaliar o que foi vivido.
Em nossas convivências pessoais, aprendemos a acolher e a assimilar situações que antes poderíamos pensar não ser capazes de administrá-las; entretanto, essas experiências nos farão mais maduros e seguros. Mesmo que esse processo possa ser doloroso, tudo será útil e nos servirá de parâmetros de avaliação sobre as qualidades e interesses desejados para um futuro relacionamento, assim como, nos ensinará a ponderar sobre o nosso próprio comportamento e expectativas dentro da convivência numa vida a dois.
O nosso crescimento pessoal se faz com experiências e nem sempre o mundo nos poupará de viver somente as mais agradáveis, e nem a hora do adeus.
Para os mais românticos, trocas de emails apaixonados, os “torpedos” por meio dos celulares, continuamente “explodem”, enchendo os corações dos apaixonados com mensagens de amor.
Após algum tempo, muitas vezes, lentamente, o romantismo, que se esperava durar muito mais, vai perdendo o empenho e a força. O desinteresse é justificado por “desculpinhas”, entre outras coisas, que originalmente não faziam parte do relacionamento. Há a impressão de que a relação parece estar sendo sustentada apenas por um. As evidências apontam para caminhos que talvez o mais apaixonado dos dois não gostaria de assumir… Seja pelo tempo de convivência ou seja pela insistência em acreditar que ainda poderá haver alguma mudança.
A cumplicidade nos objetivos comuns ( e às vezes isto acontece apenas pela conveniência) é a base de todo relacionamento sadio.
Cumplicidade esta que, acredito eu, repousa na predisposição às mudanças em razão da felicidade de quem amamos. Por que alguém haveria de insistir se não existe a mesma cumplicidade e empenho por parte do outro em manter a relação?
Acredito que nenhuma relação poderá ser mantida por muito tempo apenas por uma das partes. Por outro lado, o término de um relacionamento, normalmente acontece somente por um dos lados.
Assim, será necessário um tempo para recompor suas emoções e até mesmo para avaliar o que foi vivido.
Em nossas convivências pessoais, aprendemos a acolher e a assimilar situações que antes poderíamos pensar não ser capazes de administrá-las; entretanto, essas experiências nos farão mais maduros e seguros. Mesmo que esse processo possa ser doloroso, tudo será útil e nos servirá de parâmetros de avaliação sobre as qualidades e interesses desejados para um futuro relacionamento, assim como, nos ensinará a ponderar sobre o nosso próprio comportamento e expectativas dentro da convivência numa vida a dois.
O nosso crescimento pessoal se faz com experiências e nem sempre o mundo nos poupará de viver somente as mais agradáveis, e nem a hora do adeus.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Ao André...
Por tudo o que nos dissemos
E também pelo que não foi dito
Por estar zangado, aborrecido
Também por estar contrariado
Por de minha palavra ter duvidado
Por eu achar que tenho razão
Por você não explicar a sua
Desculpas não mudam os fatos
Mas neste momento, sem o que fazer
Ou até mesmo dizer
Por tamanho equívoco por nós cometido
Não colocando em causa nossa razão
Por tudo isso eu admito
Que ambos temos razão, em igualdade
E quero te dizer que estou com saudade
E também pelo que não foi dito
Por estar zangado, aborrecido
Também por estar contrariado
Por de minha palavra ter duvidado
Por eu achar que tenho razão
Por você não explicar a sua
Desculpas não mudam os fatos
Mas neste momento, sem o que fazer
Ou até mesmo dizer
Por tamanho equívoco por nós cometido
Não colocando em causa nossa razão
Por tudo isso eu admito
Que ambos temos razão, em igualdade
E quero te dizer que estou com saudade
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
O PENSAMENTO
"Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio - e eis que a verdade se me revela."
Albert Einstein.
Em meu momento de Reflexão
Em busca de mim mesma encontrei uma pessoa muito especial e verdadeiramente apaixonada pela vida, capaz de enxergar as coisas boas do mundo.
Que procura ser feliz, e viver não é o suficiente. Tenho a certeza do encontro com a paz nas coisas mais simples e entendo que a oferta é gratuita, basta a compreensão da minha existência.
Em meus pensametos encontrei uma pessoa comprometida com a realidade, porque viver é fácil, difícil é a questão da tolerância e da sobrevivência.
Acredito que há uma infinidade de razões para estar alegre e satisfeita, uma delas é poder fazer pessoas felizes.
Me vi otimista, perseverante, acredito na conquista. Entendo que nada vem do acaso e tudo na vida tem o seu verdadeiro significado.
Busco em meu momento de reflexão as forças para continuar caminhando e considero esse, o maior encontro com a sabedoria.
Descubro em mim essa pessoa fantástica.
Busco sempre a realização dos sonhos e tenho a recompensa da satisfação de estar trilhando o sucesso.
sábado, 21 de novembro de 2009
CASAMENTO GAY.
"A juíza Gabriela Seijas atendeu todos os benefícios dados a casais heterossexuais a um casal de homens que pediu tal equiparação. A decisão abre um precedente que pode fazer do país católico o primeiro da América Latina a permitir o casamento de casais do mesmo sexo."
- A lei deve tratar todos com o mesmo respeito, de acordo com suas singularidades,
esta foi a decisão, que autorizou o primeiro casamento gay da América Latina.
Os homofóbicos de plantão esperam que a lei seja vetada no cunho municipal, mas o prefeito de Buenso Aires, Mauricio Macri declarou que não vai
apelar da sentença."
*Se duas pessoas estão felizes , apaixonadas, o que importa o fato de
serem do mesmo sexo?
Eles amam também. Eles sentem.
Eles ficam com raiva, alegres, choram, nascem, crescem e morrem.
São tão humanos como você ou eu. O que te faz pensar que eles não amam?
O que te faz pensar que eles gostarem de homens e elas de mulheres é errado?
O que é certo e errado?
Este fato representa um passo adiante do preconceito, é o direito das
pessoas serem felizes de acordo com suas próprias decisões.
- A lei deve tratar todos com o mesmo respeito, de acordo com suas singularidades,
esta foi a decisão, que autorizou o primeiro casamento gay da América Latina.
Os homofóbicos de plantão esperam que a lei seja vetada no cunho municipal, mas o prefeito de Buenso Aires, Mauricio Macri declarou que não vai
apelar da sentença."
*Se duas pessoas estão felizes , apaixonadas, o que importa o fato de
serem do mesmo sexo?
Eles amam também. Eles sentem.
Eles ficam com raiva, alegres, choram, nascem, crescem e morrem.
São tão humanos como você ou eu. O que te faz pensar que eles não amam?
O que te faz pensar que eles gostarem de homens e elas de mulheres é errado?
O que é certo e errado?
Este fato representa um passo adiante do preconceito, é o direito das
pessoas serem felizes de acordo com suas próprias decisões.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
QUANDO ME AMEI DE VERDADE...

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.E então, pude relaxar.Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.Tudo isso é... Saber viver!!!
domingo, 21 de dezembro de 2008
CONTAGEM REGRESSIVA !
Contagem regressiva
Adeus, ano velho,
Infeliz ano-novo!
Que se renovem os estoques de esperança
e os comerciais na TV desejando boas festas
(Enquanto anunciam o preço do pernil, do champanhe
e do indispensável vestidinho branco).
Adeus, ano velho,
Infeliz ano-novo!
E voltemos ao saudável hábito
de tomar resoluções
que serão esquecidas na ressaca do dia seguinte.
Adeus, ano velho,
Infeliz ano-novo!
Começam as retrospectivas
nas tevês, nas rádios, nos jornais:
todos escolhem os grandes destaques,
as maiores decepções,
e se apressam em apontar as novidades do ano seguinte
enquanto passam filmes sentimentais na seção da tarde.
Adeus, ano velho
Infeliz ano-novo!
Vamos reunir os parentes e expor à mesa nossa falsidade,
fazendo votos de que consigam todo sucesso
que não queremos para eles.
Adeus, ano velho
Infeliz ano-novo!
É hora de distribuir calendários e santinhos,
fazer oferendas na praia, pular sete ondinhas,
enquanto se come lentilhas.
Olhamos afoitos para os mapas astrológicos,
as previsões das revistas de fofoca, dos analistas econômicos,
da cartomante da esquina.
Agarrando-se em todas as superstições na esperança
de que o ano seguinte seja diferente.
E no próximo 31 de Dezembro
estaremos repetindo as simpatias com ainda mais fé.
Pois muita coisa melhorou, muita coisa piorou,
mas nada mudou.
Adeus, ano velho
Infeliz ano-novo!
Vamos nos esbaldar em festas de arromba,
comemorando a despedida
dos últimos trezentos e sessenta e cinco dias de desgraça,
enquanto esperamos pelo próximo, noite adentro.
Adeus, ano velho
Infeliz ano-novo!
Olha a beleza dos fogos em Copacabana
e esse barulho engraçado que até parece tiroteio.
Parece? Parece não...
Corre, que o pau tá comendo solto.
Adeus, ano velho,
Infeliz ano-novo!
Que se renovem os estoques de esperança
e os comerciais na TV desejando boas festas
(Enquanto anunciam o preço do pernil, do champanhe
e do indispensável vestidinho branco).
Adeus, ano velho,
Infeliz ano-novo!
E voltemos ao saudável hábito
de tomar resoluções
que serão esquecidas na ressaca do dia seguinte.
Adeus, ano velho,
Infeliz ano-novo!
Começam as retrospectivas
nas tevês, nas rádios, nos jornais:
todos escolhem os grandes destaques,
as maiores decepções,
e se apressam em apontar as novidades do ano seguinte
enquanto passam filmes sentimentais na seção da tarde.
Adeus, ano velho
Infeliz ano-novo!
Vamos reunir os parentes e expor à mesa nossa falsidade,
fazendo votos de que consigam todo sucesso
que não queremos para eles.
Adeus, ano velho
Infeliz ano-novo!
É hora de distribuir calendários e santinhos,
fazer oferendas na praia, pular sete ondinhas,
enquanto se come lentilhas.
Olhamos afoitos para os mapas astrológicos,
as previsões das revistas de fofoca, dos analistas econômicos,
da cartomante da esquina.
Agarrando-se em todas as superstições na esperança
de que o ano seguinte seja diferente.
E no próximo 31 de Dezembro
estaremos repetindo as simpatias com ainda mais fé.
Pois muita coisa melhorou, muita coisa piorou,
mas nada mudou.
Adeus, ano velho
Infeliz ano-novo!
Vamos nos esbaldar em festas de arromba,
comemorando a despedida
dos últimos trezentos e sessenta e cinco dias de desgraça,
enquanto esperamos pelo próximo, noite adentro.
Adeus, ano velho
Infeliz ano-novo!
Olha a beleza dos fogos em Copacabana
e esse barulho engraçado que até parece tiroteio.
Parece? Parece não...
Corre, que o pau tá comendo solto.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Pode invadir ...
"Pode invadir ...
Ou chegar com delicadeza.
Mas não tão devagar que me faça dormir
Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar
Acordo pela manhã com ótimo humor;
Mas ... permita que eu escove os dentes primeiro
Toque muito em mim
Principalmente nos cabelos
E minta sobre minha nocauteante beleza
Tenho vida própriaMe faça sentir saudades
Conte algumas coisas que me façam rir
Viaje antes de me conhecer
Sofra antes de mim para reconhecer-me
Acredite nas verdades que digo...
E também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa.
Respeite meu choro.Me deixe sozinha.Só volte quando eu chamar
E não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada.
Então fique comigo quando eu chorar, combinado?
Seja mais forte que eu e menos altruísta!
Não se vista tão bem...Gosto de camisa para fora da calça,
Gosto de braços. Gosto de pernas. E muito de pescoço.
Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto:
boca, cabelos, cheiros, olhos, mãos...
Leia, escolha seus próprios livros, releia-os.
Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos.
Seja um pouco caseiro e um pouco da vida noturna.
Não goste tanto de boate que isto é coisa de gente triste.
Não seja escravo da televisão, nem xiita contra.
Nem escravo meu. Nem filho meu. Nem meu pai.
Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido
e o invente muitas vezes.
Me enlouqueça uma vez por mês
Mas me faça uma louca boa.
Uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ...
Goste de música e de sexo.
Goste de um esporte não muito banal.
Não invente de querer filhos.
Me carregar pra a missa, apresentar sua família...
Isso a gente vê depois ... se calhar ...
Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora!
Quero ver você nervoso,inquieto.
Olhe para outras mulheres.
Tenha amigos que se tornem meus amigos
e digam muitas bobagens juntos.
Me conte seus segredos ...
Me faça massagem nas costas.
Não fume. Beba. Chore.
Eleja algumas contravenções.
Me rapte!Se nada disso funcionar ...
Experimente me amar!”
( Martha Medeiros ).
Ou chegar com delicadeza.
Mas não tão devagar que me faça dormir
Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar
Acordo pela manhã com ótimo humor;
Mas ... permita que eu escove os dentes primeiro
Toque muito em mim
Principalmente nos cabelos
E minta sobre minha nocauteante beleza
Tenho vida própriaMe faça sentir saudades
Conte algumas coisas que me façam rir
Viaje antes de me conhecer
Sofra antes de mim para reconhecer-me
Acredite nas verdades que digo...
E também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa.
Respeite meu choro.Me deixe sozinha.Só volte quando eu chamar
E não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada.
Então fique comigo quando eu chorar, combinado?
Seja mais forte que eu e menos altruísta!
Não se vista tão bem...Gosto de camisa para fora da calça,
Gosto de braços. Gosto de pernas. E muito de pescoço.
Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto:
boca, cabelos, cheiros, olhos, mãos...
Leia, escolha seus próprios livros, releia-os.
Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos.
Seja um pouco caseiro e um pouco da vida noturna.
Não goste tanto de boate que isto é coisa de gente triste.
Não seja escravo da televisão, nem xiita contra.
Nem escravo meu. Nem filho meu. Nem meu pai.
Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido
e o invente muitas vezes.
Me enlouqueça uma vez por mês
Mas me faça uma louca boa.
Uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ...
Goste de música e de sexo.
Goste de um esporte não muito banal.
Não invente de querer filhos.
Me carregar pra a missa, apresentar sua família...
Isso a gente vê depois ... se calhar ...
Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora!
Quero ver você nervoso,inquieto.
Olhe para outras mulheres.
Tenha amigos que se tornem meus amigos
e digam muitas bobagens juntos.
Me conte seus segredos ...
Me faça massagem nas costas.
Não fume. Beba. Chore.
Eleja algumas contravenções.
Me rapte!Se nada disso funcionar ...
Experimente me amar!”
( Martha Medeiros ).
Assinar:
Postagens (Atom)


